
Filme nacional dirigido por Walter Sales, conta a estória de uma familia pobre da periferia de São Paulo. Mãe e quatro filhos tentam sobreviver diante das dificuldades diárias.
Ela, torcedora fanática do Corinthians, é empregada de uma família de classe média e por estar grávida vê seu emprego ameaçado. Um dos filhos é motoboy que possui um filho com uma ex-namorada e passa por dificuldades para pagar as prestações da moto. O outro filho, evangélico, é frentista de um posto de gasolina. O outro, de 18 anos, está vendo suas chances de se tornar jogador de futebol terminarem. E o caçula, o único negro, só sabe que seu pai era um motorista de ônibus e passa o dia viajando de ônibus para tentar encontrá-lo.
O filme trata de assunto que sabemos que existe mas evitamos pensar. A dificuldade que as classes mais pobres tem de se manter na honestidade. Deveria ser obrigatório em todas as faculdades particulares.
Interessante é ver quão fina é a linha entre a pobreza e a marginalidade. É muito fácil um ser humano sem esperanças de futuro, sem expectativas e sem oportunidades passar para a criminalidade. Será que se tivéssemos nascido em situações semelhantes suportaríamos os desafios morais?
Ela, torcedora fanática do Corinthians, é empregada de uma família de classe média e por estar grávida vê seu emprego ameaçado. Um dos filhos é motoboy que possui um filho com uma ex-namorada e passa por dificuldades para pagar as prestações da moto. O outro filho, evangélico, é frentista de um posto de gasolina. O outro, de 18 anos, está vendo suas chances de se tornar jogador de futebol terminarem. E o caçula, o único negro, só sabe que seu pai era um motorista de ônibus e passa o dia viajando de ônibus para tentar encontrá-lo.
O filme trata de assunto que sabemos que existe mas evitamos pensar. A dificuldade que as classes mais pobres tem de se manter na honestidade. Deveria ser obrigatório em todas as faculdades particulares.
Interessante é ver quão fina é a linha entre a pobreza e a marginalidade. É muito fácil um ser humano sem esperanças de futuro, sem expectativas e sem oportunidades passar para a criminalidade. Será que se tivéssemos nascido em situações semelhantes suportaríamos os desafios morais?
Os filmes nacionais priorizam a beleza de seus cenários. Até mesmo os que retratam situações de pobreza (Central do Brasil, Tropa de Elite, Era uma Vez...) sempre há belos visuais. Em Linha de Passe a cidade é retratada como um elemento cinza, sem muito brilho, talvéz para não deixar o espectador se distrair.
Classificação:
Classificação:
Lágrimas: 03
Bocejos: 01
Gargalhadas: 01
Cena marcante: a tensão do pênalti final.
Saí: pensando em como SP é feia.
Se não viu: vá ver logo.